domingo, 10 de julho de 2016

NOVA ETAPA DA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL, PRIMEIRA SOCIALIZANTE





NOVA ETAPA DA REVOLUÇÃO
INDUSTRIAL, PRIMEIRA
SOCIALIZANTE:

5 PRODUTOS NOVOS COM DEMANDA
REPRIMIDA NA ESFERA MUNDIAL, 1 PARA OS PAÍSES DE CARACTERÍSTICAS FINANCEIRAS SEMELHANTES AS DO BRASIL.

Temos em comum, no elo que nos une na terra números alarmantes de ausência de desenvolvimento, de corrupção e refugiados, que a todos atinge, direta ou indiretamente, e temos todos a obrigação de buscar soluções de ordem econômica, que até agora não foram pensadas, não desfazendo os esforços pontuais que ou até globais neste sentido, mas que, infelizmente ainda não solucionaram os problemas que aí estão, pesando sobre nossas cabeças e berrando em nossos ouvidos, ainda que gritos silenciosos, mas todos de dor.

Devo aqui sair um pouco do assunto, para esclarecer como foi minha caminhada para chegar aqui, peço a paciência do leitor, mas com estas linhas justificarei meu ponto de vista.
Sou advogado, casado, pai de três filhos, e, nas funções de advogado, fui honrado com a maior ação de direito privado individual do Brasil há 14 anos, e, de posse deste encargo, descobri os meandros das políticas públicas e porque não alcançam seus fins, atingindo a paz social.
Após 11 anos de tentativa de solução, descobri que o Estado Brasileiro, estava falido, devendo trilhões, e com isto não me pagaria, começando a investigar formas de reverter o quadro, para eu poder receber o dinheiro honesto que me foi responsabilizado.
Estando em passagem por Portugal, descobri problemas comuns de ordem econômica pública com o Brasil, e, comum de Países semelhantes, em que o grande e único problema é o quanto se pode produzir para poder se equilibrar com o pagamento de dívidas, principalmente dos juros.
O mundo é o mundo, e o debate sobre a justiça das dívidas não é objeto destas linhas, mas, sim, de como pagá-la.
Ainda em Portugal, enquanto morava em Fátima, depois em Coimbra, comecei a ter ideias de como conceber os produtos necessários para reequilibrar os orçamentos, destes países, passando estes a dar a necessária justiça social.
Concebi 5 produtos internacionais, de aplicação na área de transportes, erradicando os famosos problemas de rush hour, que aliás conheço todas as soluções existentes, e, em fase de projeto, mas o que tenho concebido, resolve de vez, e 1 produto para aplicação em países de características semelhantes as brasileiras.
Noto que nestes produtos, utilizo a internet de maneira diversa do que vem sendo aplicada até o momento, aproveitando de seu uso até o momento, mas passando a dar eficácia única ao sistema que está sob meu engenho.
No primeiro impacto, pensei em executá-los, com o resultado de meu trabalho, pensando inclusive, que o Brasil, poderia adquirir o Novo Banco em Portugal, em parceria do meu resultado financeiro, que viria compor parte da indenização e do Banco do Brasil, e, com isto, em parceria com Portugal, iniciar esta fase de realização das etapas necessárias a implantação na Europa, com a autorização do Parlamento Europeu,
A partir desta sequência descobriu que a mão de obra a ser utilizada, com justiça social, seria dos refugiados, para dar a estes sentidos de trabalho e salário, de modo que passassem a ter dignidades, e, com o término da implantação, dar a estes percentuais no lucro da empresa implantada, em número suficiente para sua dignidade.
Pensava, tendo o dinheiro necessário para custear a primeira etapa do processo, e, com isto motivar investidores, realizar uma linha protótipo, indo do aeroporto de Lisboa ao aeroporto do Porto, passando por Fátima e Coimbra.
Nesta etapa o leitor deve estar perguntando, porque não faz logo, do que respondo, porque pensava fazer isto em Favor dos Governos do Brasil, e de Portugal, com vistas a solução de problemas econômicos públicos, ganhando alcance em favor da própria população de ambos os países, tendo oferecido no Brasil esta saída para o pagamento da dívida deste comigo e de meu grupo de investidores, sendo que o Brasil não deu resposta, evitou tratar o assunto, mesmo em sede de Suprema Corte Brasileira, e as coisas são como são, e, minha falta de resultado interna, parece que Santo de casa não faz milagre.
O fato é que, cheguei a ofertar ao Brasil, as soluções de nova concepção da economia local, com novos princípios, valorizadores da moralidade, erradicação da atividade judicial excessiva, e, retomada de investidores, fato que também não encontrou caixa de ressonância.
Pensando que meu trabalho foi em vão, passei a pensar porque não ofertar a quem interessa o assunto, que são as indústrias automobilísticas, que tanto desenvolvimento alcançaram com seus produtos, e demais interessados, para realizar o convite singelo de manifestação de interesse, que são as presentes linhas.
Confesso que os direitos autorais e fase final de projetos, não está concluída, motivo pelo qual, apesar de ter a solução, me rendo a incapacidade de investimento e gestão, delegando aos potenciais interessados que o façam.
Naturalmente, que dos direitos autorais, e dos resultados de gestão, por ter sido o fator que gerou a concepção dos produtos quero delegar de meus futuros resultados, a seguinte divisão de ganhos:25% para o Governo Brasileiro (mediante a condição de aceitação das mudanças em favor de credibilidade que tenho 25% para o Governo de Portugal, que deve honrar com os setores de Engenharia e Informática, da Universidade de Coimbra, com a parte de 20% dos resultados; 25% para entidades humanitárias globais que se cadastrarem, 25% para minha pessoa.
Em primeiro lugar quero esclarecer que se conseguir antes da aceitação deste convite, que o Governo Brasileiro aceite tomar providências impositiva e imperativa para garantir o resultado, penso que poderei estar à altura de concluir o projeto e realizar os direitos autorais, para começar a etapa seguinte.
Mas se o Governo não se manifestar, o que é muito provável, penso que podem os investidores interessados se manifestarem pelo aceitação convite, e, passando a etapa seguinte, ouvir os detalhes dos projetos, e, com isto, na divisão dos direitos de autoria e de parte,  minha parte, que não pretende ser executiva nem financeira, terá os percentuais que pontuei anteriormente, sendo que o Governo do Brasil só receberá o que lhe cabe, quando aceitar conceber legislação que retire o País do rol de descrédito que agora se encontra.
Estou enviando o presente convite através de blog, com publicação no twitter, pelos governos e pessoas que sigo, além da imprensa, já que é interesse geral, para que, as pessoas livremente possam decidir me ouvir ou deixar as situações de problemas rush por exemplo, como se não tivesse solução.
Receberei as respostas no e-mail que está ao fina,
Brasil, 10 de julho de 2017


HÉLIO BARRETO DOS SANTOS FILHO
OAB/DF 36606
heliobsf@adv.oabdf.org.br ou heliobsf@oab-sc.org.br


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